Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano, Daniel, Victor & Leo, César Menotti & Fabiano e Matogrosso & Mathias reuniram diferentes gerações no Nubank Parque.
No sábado (22), 50 mil pessoas ocuparam o Nubank Parque, em São Paulo, para acompanhar mais de nove horas de apresentações que colocaram no mesmo palco nomes responsáveis por diferentes capítulos do gênero da música sertaneja. Ao longo do dia, clássicos foram se sucedendo — e o público mostrou que algumas músicas não pertencem a uma única geração.
A programação começou por volta das 14h30 com Matogrosso & Mathias. Depois, foi a vez de Victor & Leo, Daniel, Chitãozinho & Xororó e César Menotti & Fabiano. O encerramento ficou por conta de Zezé Di Camargo & Luciano, que finalizaram a edição paulista do festival.
Entre uma apresentação e outra, o repertório fez o trabalho de aproximar artistas e público. “Evidências”, “É o Amor”, “Estou Apaixonado”, “Fada”, “Leilão” e “Tentei Te Esquecer” estiveram entre as músicas que transformaram o estádio em um grande coro.
E talvez seja justamente aí que esteja uma das características mais interessantes do HISTÓRIAS: não existe uma única geração na plateia. Há quem tenha crescido ouvindo essas músicas no rádio, quem tenha acompanhado os artistas desde o início da carreira e quem tenha descoberto esse repertório dentro da própria família.
Quando o encontro também acontece entre os artistas
A programação ganhou ainda mais significado quando os próprios artistas deixaram de ser apenas atrações independentes e passaram a dividir momentos no palco.
Depois de sua apresentação, Fabiano Menotti permaneceu no evento para acompanhar Zezé Di Camargo & Luciano. A presença virou participação: o cantor se juntou à dupla para cantar “Como um Anjo”.
Daniel também levou a família para o palco ao dividir um momento da apresentação com a filha, Lara.
Fora dos holofotes, o clima de família continuou. Junior Lima e Monica Benini estiveram no festival para prestigiar Xororó, enquanto Enrico acompanhou o pai, Chitão. Daniel, Zezé e Luciano também tiveram familiares presentes durante seus shows.
São pequenos momentos que ajudam a explicar por que um festival como o HISTÓRIAS consegue ir além de uma sequência de apresentações. Existe uma memória coletiva ali — e ela aparece tanto nas músicas quanto nas relações construídas ao redor delas.
Mais de 100 mil pessoas em três edições
A edição deste sábado também reforçou a relação do festival com São Paulo.
Esta foi a terceira vez que o HISTÓRIAS ocupou o Nubank Parque. Somadas as três passagens pela arena, o projeto já ultrapassa 100 mil espectadores no local.
O número é expressivo, mas talvez a melhor tradução do dia esteja em outra imagem: um estádio inteiro cantando músicas lançadas em épocas diferentes, por artistas que continuam encontrando espaço na vida de públicos que também mudaram ao longo dos anos.
O sertanejo tem essa capacidade de permanecer. Algumas canções mudam de geração, mas não deixam de ser cantadas.
Em São Paulo, o HISTÓRIAS transformou essa memória em experiência — por mais de nove horas, diante de 50 mil pessoas.
E, se São Paulo serviu de retrato do que acontece quando diferentes capítulos da música sertaneja são colocados no mesmo palco, as próximas cidades ainda terão muitas histórias para cantar.
Confira os clicks desta noite especial:

Laura Carvalho @porlauracarvalho

Laura Carvalho @porlauracarvalho

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Laura Carvalho @porlauracarvalho

Laura Carvalho @porlauracarvalho

Laura Carvalho @porlauracarvalho

Rosa Marcondes

Rosa Marcondes

Rosa Marcondes
PROGRAMAÇÃO COMPLETA – TOUR HISTÓRIAS 2026
09/05 – Brasília /DF (Arena BRB)
08/08 – Goiânia / GO (Serra Dourada)
22/08 – São Paulo/ SP (Nubank Parque)
12/09 – Belo Horizonte / MG (Mineirão)
26/09 – Cuiabá / MT (Arena Pantanal)
14/11 – Curitiba/ PR (Arena da Baixada)
Mais informações em: www.oshowdoseculo.com.br




